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Chamada para intervenções: dossiê “Processos de direitização, processos de desesquerdização”

Chamada para intervenções: dossiê “Processos de direitização, processos de desesquerdização”

A revista Intervenciones en Estudios Culturales convida pesquisadores e ativistas de toda a América Latina para participar do dossiê “Processos de direitização, processos de desesquerdização. Pensar a partir do presente na América Latina”. O dossiê está aberto a contribuições de tipo teórico-conceituais, metodológicas ou empíricas que favoreçam a compreensão dos diferentes processos políticos de desesquerdização … Continuar a ler

El acontecimiento según Deleuze

El acontecimiento según Deleuze

Por Alain Badiou La idea del acontecimiento de Deleuze debería haberlo convencido de que tenía que seguir hasta el final a Spinoza, a quien elige como el “Cristo de la filosofia”, y llamar “Dios” al Acontecimiento único en el que se difractan los devenires. (…) esta religiosidad latente es demasiado sensible en los discípulos de … Continuar a ler

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Esta edição especial do zine A Tinta Critica traz reflexões sobre algumas das temáticas abordadas na última oficina virtual do GEAC, intitulada Marxismos com antropologias (baixar). O zine do GEAC circulou em formato impresso no Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología (Bogotá) e voltará a ser distribuído no dia 25 de outubro, durante o evento Devires … Continuar a ler

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

Por Andrés Abril Se o neoliberalismo é um sistema de bruxaria sem bruxos que tenta constantemente capturar as formas de sociabilidade e os encontros entre os seres, então trabalhos do talante de ¿Cómo salvar lo común del comunismo? se fazem mais necessários do que nunca para recapturar e arrebatar taticamente aqueles afetos e fios de … Continuar a ler

No hay que volver a la normalidad. Breve respuesta a los “intelectuales de izquierda” sobre la situación en Venezuela.

No hay que volver a la normalidad. Breve respuesta a los “intelectuales de izquierda” sobre la situación en Venezuela.

Por Grupo de Estudios en Antropología Crítica (GEAC) Versión en castellano seguida de la versión en portugués Muy lejos de las esperanzas y proyectos cultivados por los distintos colectivos que hoy en día se sienten identificados con el gobierno bolivariano – y  muy cerca del vocabulario propagado por los medios de comunicación hegemónicos –, el … Continuar a ler

Por una concepción transindividual de la comunidad: entrevista con Érik Bordeleau

Por una concepción transindividual de la comunidad: entrevista con Érik Bordeleau

  Por Érik Bordeleau y Samuel Mercier. Traducción de Andrés Abril.  Érik Bordeleau es investigador en el SenseLab, un laboratorio para el pensamiento en movimiento con sede en Montreal, Canadá. Es autor de Foucault anonymat (Le Quartanier, 2012), libro que le valió el Premio Spirale-Éva-le-Grand en 2013, y de Comment sauver le commun du communisme … Continuar a ler

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Por Slavoj  Žižek (Tradução do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O que vibra na matéria vibrante é a sua força vital imanente, ou alma (no preciso sentido aristotélico: princípio ativo imanente da matéria), não a subjetividade. O novo materialismo rechaça, portanto, a divisão radical entre matéria e vida e entre vida e pensamento; em todos … Continuar a ler

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

As situações narradas por Luis Brunetto em “Uma martelada na cabeça” (Un martillazo en la cabeza) não podem mais do que soar extemporâneas, e até mesmo incríveis, aos ouvidos de uma ciência social conformada com abordar as assimetrias de poder e as desigualdades do seu tempo sob o prisma daquilo que poderíamos denominar, muito genericamente, … Continuar a ler

Totalitarismo, último estágio do capitalismo? Reflexões em diálogo com Marx e Spinoza.

Totalitarismo, último estágio do capitalismo? Reflexões em diálogo com Marx e Spinoza.

Por Frédéric Lordon Tradução realizada pelo Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) A perspectiva de Marx sobre as relações salariais é insubstituível, mas nada nos impede de completá-la com uma antropologia das subjetividades desejantes. Contudo, para fazê-lo precisamos liberar a ideia de “subjetividade” de todos os correlatos (cogito, livre arbítrio, capacidade de auto-determinação) que … Continuar a ler