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Coletes amarelos: um desafio ao parlamentarismo

Coletes amarelos: um desafio ao parlamentarismo

Por Alain Bertho[1] Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. Publicado originalmente em Anti-K. A revolta dos coletes amarelos é, acima de tudo e antes de qualquer coisa, uma mobilização coletiva duradoura e popular que transborda os truísmos sociológicos. Ela se inscreve completamente em seu próprio tempo: o dos grandes distúrbios e ocupações. Ninguém pode … Continuar a ler

Voltar a desejar. Devires comunistas em meio à indeterminação.

Voltar a desejar. Devires comunistas em meio à indeterminação.

Por Clarisse Gurgel Transcrição da intervenção de Clarisse Gurgel na jornada de conferências “Devires Comunistas”, realizada no dia 25 de outubro de 2017 pelo Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC). O tempo da direita é um tempo acelerado. O tempo da esquerda é outro. É de médio e longo prazo. Tampouco o espaço da … Continuar a ler

A direitização mora nos detalhes: três análises concretas Brasil – Argentina

A direitização mora nos detalhes: três análises concretas Brasil – Argentina

Uma introdução e três textos curtos e grossos para compreender em detalhe o aspecto central da direitização que vivemos: a impotenciação política das pessoas em meio à precarização da vida. Una introducción y tres textos cortos que van directo al grano para comprender en detalle el aspecto central de la derechización que vivimos: la impotenciación … Continuar a ler

¡ÉL No, Él Nunca, Él Jamás! ¿Qué nos cuentan las que marcharon contra “el coso” en Colombia?

¡ÉL No, Él Nunca, Él Jamás! ¿Qué nos cuentan las que marcharon contra “el coso” en Colombia?

Por Tomás Guzmán La candidatura de Bolsonaro abrió un espacio para que muchos  asumieran posiciones fascistas sin remordimiento. Esto nos obliga a reflexionar sobre las secuelas que dejó la dictadura civil militar en el pueblo brasilero y que continúan ocultas por la ausencia de un proceso de verdad y justicia para con los responsables de … Continuar a ler

Junho de 2013-PoA. É preciso relembrar para que volte a acontecer.

Junho de 2013-PoA. É preciso relembrar para que volte a acontecer.

Por Fiammetta Bonfigli O ano de 2013 constituiu um momento sem precedentes na história recente do Brasil. Narrá-lo faz parte de uma disputa sobre a redefinição radical do sentido da política e da própria noção de democracia. Em momentos críticos como este período pré-eleitoral, quando as alternativas de transformação social parecem se limitar a horizontes … Continuar a ler

A dialética da política emancipatória: GEAC dialoga com Michael Neocosmos.

A dialética da política emancipatória: GEAC dialoga com Michael Neocosmos.

A política emancipatória existe quando observamos essa dialética entre, por um lado, um pensamento mais estatal, um pensamento “expressivo” da classe, da localização, da situação e, por outro lado, um pensamento excessivo que se propõe a falar de toda a humanidade. Quando existe essa dialética, podemos falar de política emancipatória. As ciências sociais têm dificuldade … Continuar a ler

Mandela e as políticas da representação

Mandela e as políticas da representação

Por Michael Neocosmos. Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC). Originalmente publicado no Economic and Political Weekly De longe, o problema mais profundo é o fetichismo das – e a adesão às – políticas da representação. No marco de tais políticas, certos líderes, especialmente os mais carismáticos, como Mandela, podem não apenas falar pelos subalternos, … Continuar a ler

Redimir la promesa utópica del desarrollo: hacia un mundo, una mundialización, una modernidad

Redimir la promesa utópica del desarrollo: hacia un mundo, una mundialización, una modernidad

Por Pieter de Vries. Publicado originalmente como el segundo capítulo del libro “Saturno devora a sus hijos: miradas críticas sobre el desarrollo y sus promesas“, Victor Bretón (org), Barcelona, Icaria: 2010. ¿No es una paradoja que precisamente cuando el mundo está más unificado que nunca, la ideología de la globalización enfatiza las diferencias, sobre todo … Continuar a ler

Antropologia operária: pensar o presente no registro do possível

Antropologia operária: pensar o presente no registro do possível

Por Sylvain Lazarus Publicado originalmente em 2001 na revista Ethnologie française. Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) Para as pessoas, o conhecimento de uma situação apreende-se pela identificação dos seus possíveis. O possível não é, então, da ordem do porvir, ele é da ordem do que existe. Partindo desta premissa, nossa abordagem se propõe … Continuar a ler