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Mandela e as políticas da representação

Mandela e as políticas da representação

Por Michael Neocosmos. Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC). Originalmente publicado no Economic and Political Weekly De longe, o problema mais profundo é o fetichismo das – e a adesão às – políticas da representação. No marco de tais políticas, certos líderes, especialmente os mais carismáticos, como Mandela, podem não apenas falar pelos subalternos, … Continuar a ler

Redimir la promesa utópica del desarrollo: hacia un mundo, una mundialización, una modernidad

Redimir la promesa utópica del desarrollo: hacia un mundo, una mundialización, una modernidad

Por Pieter de Vries. Publicado originalmente como el segundo capítulo del libro “Saturno devora a sus hijos: miradas críticas sobre el desarrollo y sus promesas“, Victor Bretón (org), Barcelona, Icaria: 2010. ¿No es una paradoja que precisamente cuando el mundo está más unificado que nunca, la ideología de la globalización enfatiza las diferencias, sobre todo … Continuar a ler

Congo 66: teses sobre o movimento revolucionário na África equatorial

Congo 66: teses sobre o movimento revolucionário na África equatorial

Por Guy Debord Tradução e apresentação: Paulo Muller O socialismo na África deve, definitivamente, inventar completamente a si mesmo. Não porque é a África, mas porque ele ainda não existe em nenhum outro lugar! Também por isso não deve se definir como socialismo africano. Outro textos que podem te interessar: Os que “não contam” podem ter … Continuar a ler

Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

No dia 2 de abril, estaremos na Universidade do Estado do Rio Grande do Sul pensando as situações de encontro com xs outrxs enquanto momentos para a produção de novos horizontes de possíveis e — por que não? —  de devires comunistas. Compartilhamos o roteiro da “máquina de ideias” e, no final da postagem, alguns … Continuar a ler

El Antropoceno como Fetichismo

El Antropoceno como Fetichismo

Por Daniel Cunha Publicado originalmente en inglés en la revista Mediations – Journal of the Marxist Literary Group y traducido al castellano por Daniel Ruilova, para la Revista Herramienta.   No es una sorpresa que la alteración de los ciclos ecológicos globales sea presentada como el “Antropoceno”, esto es, como un concepto alusivo a un proceso natural. … Continuar a ler

Os que “não contam” podem ter Razão? Subjetividade política no mundo (neo)colonial e os limites da História

Os que “não contam” podem ter Razão? Subjetividade política no mundo (neo)colonial e os limites da História

Por Michael Neocosmos. Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) As ciências humanas disciplinares como um todo não reconhecem a política para além do domínio do “político”, e controlam cientificamente o pensamento da subjetividade política psicologizando-a (ou “antropologizando-a”) de uma forma similar à prática do discurso colonial. Onde quer que se desenvolvam, elas estão … Continuar a ler

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Por Alex Martins Moraes Originalmente publicado em LavraPalavra Se existe uma renovada sensibilidade comunista no terreno da pesquisa social, ela poderia ser descrita como a retomada investigativa da hipótese de que a mudança radical é uma possibilidade latente nas configurações atuais do poder. * * * O comunismo não é para nós um estado de … Continuar a ler

Política e (in)disciplina. ¿Por qué Viveiros de Castro nos conmueve?

Política e (in)disciplina. ¿Por qué Viveiros de Castro nos conmueve?

Por Alex Martins Moraes y Juliana Mesomo. Traducción: Tomás Guzmán Sánchez Publicado originalmente en Tabula Rasa. La antropología de Viveiros de Castro se basa en dicotomías cosificadoras – “nosotros” y los “otros”; “pensamiento moderno” y “pensamiento salvaje” – que solo benefician la pretensión representativa de quien desea enunciar el mundo favoreciendo la manutención de los … Continuar a ler

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

El partido comunista sería el sujeto fiel a las voluntades políticas cultivadas en las sublevaciones brasileñas del 2013. El partido propone, siempre, la radicalización. Pero no lo hace desde el dogma o la consigna prefabricada, sino que lo hace a través de la promoción de los puntos de vista más disruptivos que cada lucha ha … Continuar a ler

Uma possibilidade reprimida: pensar a violência longe do Estado

Uma possibilidade reprimida: pensar a violência longe do Estado

Por Juliana Mesomo Censurar o uso da violência nos protestos é fácil, mas só estaremos transgredindo a razão de Estado quando soubermos desenvolver meios próprios para pensar a violência enquanto possibilidade e definir os critérios de sua atualização tática. Este texto também está disponível em castelhano. * * * “Primero hay que saber vivir…”: este … Continuar a ler