Sobre o/el GEAC

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PORTUGUÊS 

O Grupo de Estudos em Antropologia Crítica é um coletivo independente que atua na criação de espaços de auto-formação e invenção teórico-metodológica. Constituído em 2011, o GEAC se propõe, basicamente, a praticar “marxismos com antropologias”. Isto significa desenvolver meios para refletir, de maneira situada, sobre os devires radicais da conflitividade social contemporânea. Delirada pelo marxismo, a antropologia se transforma, para o GEAC, numa prática de pesquisa e acompanhamento político das alteridades rebeldes que transbordam e transgridem a pretensão totalitária do modo de produção vigente e da sua parafernália institucional.

Material de referência para os debates do GEAC

Alguns textos que inspiraram a trajetória de reflexão do grupo estão disponíveis em nosso Banco de Textos.

Grupo no Facebook

Os membros do GEAC e demais interessados na proposta do coletivo estão conectados através de um grupo Fecebook.

Um pouco do que viemos fazendo

Em 2011, o GEAC criou um espaço escrito denominado A Tinta Crítica. Neste zine publicamos entrevistas com pesquisadores que estavam/estão em interlocução conosco e divulgamos colunas onde os membros do GEAC apresentavam sua apropriação específica dos debates gerais promovidos pelo Grupo. O zine circulou até o ano de 2013, quando passamos a priorizar este blog como meio privilegiado de divulgação.

O GEAC dedicou suas atividades de debate durante o ano de 2013 à temática “Antropologias Dissidentes”. Com a noção de antropologias dissidentes quisemos empreender uma busca (no passado e no presente) daquelas práticas antropológicas e de investigação social que causam um estranhamento radical do espaço disciplinar pelas suas proposições. As dissidências são “resistências ou desobediências situadas à ortodoxia” e  se associam com questionamentos da ordem social e normativa, que muitas vezes são minimizadas ou excluídas na memória canônica disciplinar. A noção de antropologias dissidentes direciona o olhar para as antropologias que costumam estar à margem, contra e apesar das práticas de instauração disciplinarizantes dos diferentes estabelecimentos antropológicos. Pensar a partir de tais práticas nos ajuda a compreender as características e efeitos das relações de poder nas diferentes antropologias e pensar formas de um fazer antropológico plural – “antropologias” –, arraigado em contextos específicos, engajado com as dinâmicas emancipatórias do seu tempo e autoconsciente  do lugar de enunciação que ocupa.

Em 2014 o GEAC deixou de realizar reuniões presenciais, mas suas redes continuam ativas e dinamizam intercâmbios permanentes. Desde 2016 o grupo procura realizar, uma vez ao ano, oficinas virtuais abertas e, obviamente, gratuitas, para discutir certas temáticas que nos sensibilizam hoje em dia e que podem, quem sabe, fazer sentido também para outrxs companheirxs.

Como resultado do exercício de buscar conexões com sujeitos interessados em praticar novas modalidades de construção do conhecimento — indóceis ao disciplinarismo, às restrições produtivistas e ao engessamento institucional da universidade corporativa — alguns membrxs do GEAC também passaram a integrar um coletivo mais abrangente de estudantes e pesquisadores que busca consolidar o Instituto de Experimentação e Pesquisa Social – Outras Margens (visite a página do Instituto).

A tendência para o período atual é que o Grupo de Estudos em Antropologia Crítica continue difundindo de maneira permanente, através deste blog, um conjunto de debates e intervenções que dialogam com sua proposta de ação e reflexão.

Para entrar em contato conosco e/ou sugerir materiais para publicação no blog, escreva para o seguinte endereço de correio eletrônico: antropologiacritica@gmail.com

CASTELLANO

El Grupo de Estudios en Antropología Crítica es un colectivo independiente que actúa en la creación de espacios de auto-formación e invención teórico-metodológica. Engendrado en 2011, el GEAC se propone, básicamente, practicar “marxismos con antropología”, lo que significa desarrollar medios para reflexionar de forma situada sobre los devenires radicales de la conflictividad social contemporánea. Delirada por el marxismo, la antropología se convierte, para el GEAC, en una práctica de investigación y acompañamiento político de las alteridades rebeldes que desbordan y transgreden la pretensión totalitaria del modo de producción vigente y su parafernalia institucional.

Referencia para los debates del GEAC

Algunos textos que han inspirado nuestra trayectoria de reflexiones y debates están disponibles en el Banco de Textos.

Grupo en Facebook

Hacé clic aquí para acceder.

Mail GEAC:

antropologiacritica@gmail.com

Algo sobre nuestro recorrido

En el año 2011 el GEAC creó un espacio de divulgación denominado A Tinta Crítica. En este pequeño periódico  en formato zine publicamos entrevistas a investigadores que están en interlocución con nosotros y presentamos algunos elementos originados del debate teórico, la actuación política y las intervenciones académicas realizadas por los miembros del grupo. El zine dejó de imprimirse en el año 2013, cuando decidimos priorizar este blog como medio de divulgación.

En el año 2013, el GEAC dedicó sus actividades de debate al tema: “antropologías disidentes”. Con la  noción de antropologías disidentes el GEAC pretendió emprender una búsqueda, tanto en el pasado como en el presente, de aquellas prácticas antropológicas que causan un extrañamiento radical del espacio disciplinar debido a sus propuestas. Las disidencias son, de esta manera, “resistencias o desobediencias situadas a la ortodoxia” y se asocian  con cuestionamientos al orden social y la normativa, hecho por el cual se ven relegadas, excluidas y olvidadas por la memoria canónica disciplinar. La noción de antropologías disidentes direcciona la mirada para prácticas antropológicas que han sido puesta en los márgenes, colocándose contra y a pesar  de las prácticas de instauración disciplinarizantes de los diferentes establecimientos antropológicos.  Pensar a partir de tales prácticas ayuda a comprender las características y los efectos de las relaciones  de poder en/entre las diferentes antropologías, lo que nos permite pensar sobre las formas y posibilidades de una antropología en plural — antropologías –, profundamente situada y autoconciente de su lugar de enunciación.

En el 2014 el GEAC dejó de hacer las reuniones presenciales que lo habían caracterizado en sus primeros años de existencia. Sin embargo, las redes de intercambio político y teórico que se organizan en torno a la propuesta de reflexión planteada por el colectivo están vigentes e siguen ampliándose y actualizándose. Desde 2016 empezamos a realizar talleres virtuales abiertos — y gratuitos, por supuesto — para debatir algunos temas que hoy en día nos sensibilizan y que pueden llegar a hacer sentido para otrxs compañerxs.

Para seguir buscando conexiones con sujetos interesados en nuevas modalidades de construcción del conocimiento — ubicadas más allá de disciplinarismo, las restricciones productivistas, el elitismo y el encierro de la universidad corporativa — algunxs miembrxs del GEAC ingresaron a un colectivo más abarcador que actualmente busca consolidar el Instituto de Investigación y Experimentación Social “Otros Márgenes” (acceder al sitio del Instituto).

La tendencia para el período actual es que el Grupo siga difundiendo en forma permanente, a través de este blog, un conjunto de debates e intervenciones que dialogan y dan continuidad a su programa político-reflexivo.

Para entrar en contacto con nosotros y/o proponer materiales para publicación en el blog, escribinos al correo antropologiacritica@gmail.com

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