Sobre o/el GEAC

Página bilíngue (português-castelhano)

Formação do GEAC e proposta geral de reflexão

O Grupo de Estudos em Antropologia Crítica foi criado para problematizar a utilização de determinados conceitos que transversalizam a reflexão marxista e a antropologia crítica no atual debate disciplinar e de campos afins. No âmbito deste espaço de debate e ação, sugerimos discutir a posição política do antropólogo junto aos atores sociais com os quais ele atua. Classe, raça, etnia, hegemonia, gênero, cidadania, memória, trajetórias de vida, opressão, resistência, pluralidade, movimentos sociais, Estado, processos de (des)marcação, condições materiais de existência, condições de investigação: estas são as “palavras-chave” de nosso debate coletivo. Entende-se que o diálogo sugerido transcende as fronteiras acadêmicas e institucionais tendo o potencial de abarcar diversas pessoas, grupos ou instituições interessados em oferecer seu aporte.

Em 2011, o GEAC criou um espaço escrito denominado A Tinta Crítica. Neste zine publicamos entrevistas com pesquisadores que estavam/estão em interlocução conosco e divulgamos colunas onde os membros do GEAC apresentavam sua apropriação específica dos debates gerais promovidos pelo Grupo. O zine circulou até o ano de 2013, quando passamos a priorizar o blog como meio privilegiado de divulgação.

O GEAC e a RAC

A Rede de Antropologia Crítica (RAC) aparece como espaço autônomo que envolve o GEAC e alcança outros sujeitos, individuais e coletivos, institucionalizados ou não, em diferentes regiões da América do Sul (Argentina, Brasil, Colômbia, Uruguai). Neste contexto emergente, o GEAC funciona como um “nó” da rede, procurando sintonizar suas atividades com os fluxos de informação e ideias originados em outros pontos do entramado geral. Para obter informações mais detalhadas sobre a RAC, acesse: https://antropologiacritica.wordpress.com/rede-critica/

Material de referência para os debates do GEAC e da RAC

Os textos discutidos e propostos pelos membros do GEAC e da RAC estão disponíveis em nosso Banco de Textos: http://antropologiadeoutraforma.wordpress.com/

Grupo no Facebook

Os membros do GEAC e demais interessados na proposta do grupo estão conectados através da página GEAC-RAC no Fecebook: http://www.facebook.com/groups/174440622654760/

E-mail do GEAC

antropologiacritica@gmail.com

— CASTELLANO —

Formación y propuesta general de reflexión

El GEAC se crea para problematizar el uso de determinados conceptos que transversalizan la reflexión marxista y la antropología crítica en el actual debate disciplinario y de campos afines. En el marco de este espacio de debate y acción, nuestra propuesta es discutir la posición política del/de la antropólogo/a junto a los actores con los cuales él/ella actúa. Clase, raza, etnia, hegemonia, género, ciudadanía, memoria, trayectorias de vida, opresión, resistencia, pluralidad, movimientos sociales, Estado, procesos de (des)marcación, condiciones materiales de existencia, condiciones de investigación: estas han sido las “palabras clave” de nuestro debate. Entendemos que el diálogo sugerido por el Grupo trasciende las fronteras académicas e institucionales y abarca, potencialmente, a otros grupos que estén interesados en ofrecer su aporte.

En el año 2011 el GEAC creó un espacio de divulgación denominado A Tinta Crítica. En este pequeño periódico  en formato zine publicamos entrevistas a investigadores que están en interlocución con nosotros y presentamos algunos elementos originados del debate teórico, la actuación política y las intervenciones académicas realizadas por los miembros del grupo. El zine dejó de imprimirse en el año 2013, cuando decidimos priorizar el blog como medio de divulgación.

Los debates desarrollados por el Grupo de Estudios en Antropología Crítica a partir de 2011 produjeron interés académico en investigadores, profesores y estudiantes de distintas instituciones en Brasil y en el exterior. Fue entonces que se empezó a hablar de la posibilidad de formar una Red de Antrpología Crítica, la RAC. Esta Red es pensada como un circuito de intercambio permanente entre antropólogos, científicos sociales en general y activistas políticos comprometidos con la formulación de matrices alternativas para la producción del conocimiento y el desarrollo de la investigación social.

El GEAC y la RAC

La Red de Antropología Crítica (RAC) surge como un espacio autónomo que incluye el GEAC pero que también alcanza a otros sujetos, individuales y colectivos, institucionalizados y no-institucionalizados, en distintos países de América del Sur (Argentina, Brasil, Colombia, Uruguay). En este contexto de emergencia de la RAC, el GEAC funciona como un “nudo” de la Red, buscando articular sus actividades con los flujos de información e ideas originados en otros puntos del entramado general. Para saber más sobre la RAC, utilice este enlace:  https://antropologiacritica.wordpress.com/rede-critica/

Referencia para los debates del GEAC y la RAC

El Banco de Textos discutidos y propuestos por los mimebros del GEAC y la RAC están disponibles en el Banco de Textos: http://antropologiadeoutraforma.wordpress.com/

Grupo en Facebook

http://www.facebook.com/groups/174440622654760/

Mail GEAC:

antropologiacritica@gmail.com

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