Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

No dia 2 de abril, estaremos na Universidade do Estado do Rio Grande do Sul pensando as situações de encontro com xs outrxs enquanto momentos para a produção de novos horizontes de possíveis e — por que não? —  de devires comunistas. Compartilhamos o roteiro da “máquina de ideias” e, no final da postagem, alguns … Continuar a ler

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Por Alex Martins Moraes Originalmente publicado em LavraPalavra Se existe uma renovada sensibilidade comunista no terreno da pesquisa social, ela poderia ser descrita como a retomada investigativa da hipótese de que a mudança radical é uma possibilidade latente nas configurações atuais do poder. * * * O comunismo não é para nós um estado de … Continuar a ler

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

El partido comunista sería el sujeto fiel a las voluntades políticas cultivadas en las sublevaciones brasileñas del 2013. El partido propone, siempre, la radicalización. Pero no lo hace desde el dogma o la consigna prefabricada, sino que lo hace a través de la promoción de los puntos de vista más disruptivos que cada lucha ha … Continuar a ler

“La negatividad es el eje de toda posible crítica”. GEAC conversa con Eduardo Grüner (parte I)

“La negatividad es el eje de toda posible crítica”. GEAC conversa con Eduardo Grüner (parte I)

“La filosofía no consiste en adoptar un punto de vista más bien que otro, sino que consiste en eliminar la lógica de los puntos de vista. Es decir que se trata de una búsqueda dialéctica de construcción de una verdad que no tiene que ver con el perspectivismo, ni siquiera nietzscheano”. * * * En … Continuar a ler

A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

Por Benjamin Noys Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) Ser um rastreador paciente de redes supõe, para Latour, a rejeição de qualquer modelo radical de mudança. Afirmar o mundo como ele é, um mundo no qual nada pode ser subtraído e nada é indispensável, dá o tom de um novo gradualismo político que … Continuar a ler

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Esta edição especial do zine A Tinta Critica traz reflexões sobre algumas das temáticas abordadas na última oficina virtual do GEAC, intitulada Marxismos com antropologias (baixar). O zine do GEAC circulou em formato impresso no Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología (Bogotá) e voltará a ser distribuído no dia 25 de outubro, durante o evento Devires … Continuar a ler

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Por Slavoj  Žižek (Tradução do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O que vibra na matéria vibrante é a sua força vital imanente, ou alma (no preciso sentido aristotélico: princípio ativo imanente da matéria), não a subjetividade. O novo materialismo rechaça, portanto, a divisão radical entre matéria e vida e entre vida e pensamento; em todos … Continuar a ler

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

As situações narradas por Luis Brunetto em “Uma martelada na cabeça” (Un martillazo en la cabeza) não podem mais do que soar extemporâneas, e até mesmo incríveis, aos ouvidos de uma ciência social conformada com abordar as assimetrias de poder e as desigualdades do seu tempo sob o prisma daquilo que poderíamos denominar, muito genericamente, … Continuar a ler

Totalitarismo, último estágio do capitalismo? Reflexões em diálogo com Marx e Spinoza.

Totalitarismo, último estágio do capitalismo? Reflexões em diálogo com Marx e Spinoza.

Por Frédéric Lordon Tradução realizada pelo Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) A perspectiva de Marx sobre as relações salariais é insubstituível, mas nada nos impede de completá-la com uma antropologia das subjetividades desejantes. Contudo, para fazê-lo precisamos liberar a ideia de “subjetividade” de todos os correlatos (cogito, livre arbítrio, capacidade de auto-determinação) que … Continuar a ler

Marxismos con antropologías. 2° taller virtual del GEAC.

Marxismos con antropologías. 2° taller virtual del GEAC.

Articulada con el marxismo, la vocación antropológica se convierte en práctica de análisis y acompañamiento político de las alteridades rebeldes; aquellas que transbordan y transgreden la pretensión totalitaria de la producción capitalista y su parafernalia político-institucional. Hablar de marxismo con antropologías es reinscribir el análisis crítico y situado de la vida colectiva en el horizonte … Continuar a ler