Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

Devires comunistas no encontro com xs outrxs – política, amor, arte, ciência

No dia 2 de abril, estaremos na Universidade do Estado do Rio Grande do Sul pensando as situações de encontro com xs outrxs enquanto momentos para a produção de novos horizontes de possíveis e — por que não? —  de devires comunistas. Compartilhamos o roteiro da “máquina de ideias” e, no final da postagem, alguns … Continuar a ler

El Antropoceno como Fetichismo

El Antropoceno como Fetichismo

Por Daniel Cunha Publicado originalmente en inglés en la revista Mediations – Journal of the Marxist Literary Group y traducido al castellano por Daniel Ruilova, para la Revista Herramienta.   No es una sorpresa que la alteración de los ciclos ecológicos globales sea presentada como el “Antropoceno”, esto es, como un concepto alusivo a un proceso natural. … Continuar a ler

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Sensibilidades comunistas e pesquisa social

Por Alex Martins Moraes Originalmente publicado em LavraPalavra Se existe uma renovada sensibilidade comunista no terreno da pesquisa social, ela poderia ser descrita como a retomada investigativa da hipótese de que a mudança radical é uma possibilidade latente nas configurações atuais do poder. * * * O comunismo não é para nós um estado de … Continuar a ler

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

“Sin el marxismo, no podemos ni empezar…” GEAC conversa con Eduardo Grüner (Parte II)

El partido comunista sería el sujeto fiel a las voluntades políticas cultivadas en las sublevaciones brasileñas del 2013. El partido propone, siempre, la radicalización. Pero no lo hace desde el dogma o la consigna prefabricada, sino que lo hace a través de la promoción de los puntos de vista más disruptivos que cada lucha ha … Continuar a ler

“La negatividad es el eje de toda posible crítica”. GEAC conversa con Eduardo Grüner (parte I)

“La negatividad es el eje de toda posible crítica”. GEAC conversa con Eduardo Grüner (parte I)

“La filosofía no consiste en adoptar un punto de vista más bien que otro, sino que consiste en eliminar la lógica de los puntos de vista. Es decir que se trata de una búsqueda dialéctica de construcción de una verdad que no tiene que ver con el perspectivismo, ni siquiera nietzscheano”. * * * En … Continuar a ler

Da miséria no meio estudantil considerada nos seus aspectos econômico, político, sexual e especialmente intelectual e de alguns meios para preveni-la

Da miséria no meio estudantil considerada nos seus aspectos econômico, político, sexual e especialmente intelectual e de alguns meios para preveni-la

Por Internacional Situacionista e estudantes da cidade de Estrasburgo. Tradução ao português (de Portugal): Júlio Henriques. Que a Universidade se tenha tornado uma organização — institucional — da ignorância, que a própria “alta cultura” se dissolva ao ritmo da produção em série dos professores, que todos estes professores sejam uns cretinos, de tal modo que … Continuar a ler

A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

Por Benjamin Noys Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) Ser um rastreador paciente de redes supõe, para Latour, a rejeição de qualquer modelo radical de mudança. Afirmar o mundo como ele é, um mundo no qual nada pode ser subtraído e nada é indispensável, dá o tom de um novo gradualismo político que … Continuar a ler

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Esta edição especial do zine A Tinta Critica traz reflexões sobre algumas das temáticas abordadas na última oficina virtual do GEAC, intitulada Marxismos com antropologias (baixar). O zine do GEAC circulou em formato impresso no Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología (Bogotá) e voltará a ser distribuído no dia 25 de outubro, durante o evento Devires … Continuar a ler

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Por Slavoj  Žižek (Tradução do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O que vibra na matéria vibrante é a sua força vital imanente, ou alma (no preciso sentido aristotélico: princípio ativo imanente da matéria), não a subjetividade. O novo materialismo rechaça, portanto, a divisão radical entre matéria e vida e entre vida e pensamento; em todos … Continuar a ler

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

As situações narradas por Luis Brunetto em “Uma martelada na cabeça” (Un martillazo en la cabeza) não podem mais do que soar extemporâneas, e até mesmo incríveis, aos ouvidos de uma ciência social conformada com abordar as assimetrias de poder e as desigualdades do seu tempo sob o prisma daquilo que poderíamos denominar, muito genericamente, … Continuar a ler