A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

A densidade e a fragilidade do mundo: Bruno Latour e o ‘afirmacionismo’ contemporâneo

Por Benjamin Noys Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (GEAC) Ser um rastreador paciente de redes supõe, para Latour, a rejeição de qualquer modelo radical de mudança. Afirmar o mundo como ele é, um mundo no qual nada pode ser subtraído e nada é indispensável, dá o tom de um novo gradualismo político que … Continuar a ler

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

Por Andrés Abril Se o neoliberalismo é um sistema de bruxaria sem bruxos que tenta constantemente capturar as formas de sociabilidade e os encontros entre os seres, então trabalhos do talante de ¿Cómo salvar lo común del comunismo? se fazem mais necessários do que nunca para recapturar e arrebatar taticamente aqueles afetos e fios de … Continuar a ler

Por una concepción transindividual de la comunidad: entrevista con Érik Bordeleau

Por una concepción transindividual de la comunidad: entrevista con Érik Bordeleau

  Por Érik Bordeleau y Samuel Mercier. Traducción de Andrés Abril.  Érik Bordeleau es investigador en el SenseLab, un laboratorio para el pensamiento en movimiento con sede en Montreal, Canadá. Es autor de Foucault anonymat (Le Quartanier, 2012), libro que le valió el Premio Spirale-Éva-le-Grand en 2013, y de Comment sauver le commun du communisme … Continuar a ler

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Por Slavoj  Žižek (Tradução do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O que vibra na matéria vibrante é a sua força vital imanente, ou alma (no preciso sentido aristotélico: princípio ativo imanente da matéria), não a subjetividade. O novo materialismo rechaça, portanto, a divisão radical entre matéria e vida e entre vida e pensamento; em todos … Continuar a ler

Mais além do interpretativismo, de volta à Noite dos Proletários

Mais além do interpretativismo, de volta à Noite dos Proletários

Trata-se de uma obra relevante para questionar propositivamente os marcos analíticos e as orientações políticas que ainda orientam uma parte significativa dos estudos recentes em ciências humanas. Neste sentido, a Noite dos Proletários oferece um estilo de análise que preserva a dinamicidade dos processos de enunciação, evitando a tentação de fixa-los como inscrições de uma cultura … Continuar a ler

Corpo e globalização. O lugar do biocapital.

Corpo e globalização. O lugar do biocapital.

por Alex Martins Moraes Na obra Espaços de Esperança, David Harvey evidencia como “a espaço-temporalidade definida em uma escala (a da “globalização” com seus significados associados) cruza-se com corpos que funcionam em uma escala muito mais localizada”. Sugiro que sua análise pode ser potencializada através de alguns elementos conceituais capazes de iluminar como as dinâmicas … Continuar a ler

Banco de Textos do GEAC volta ao ar!

O Grupo de Estudos em Antropologia Crítica inaugura as atividades de 2013 disponibilizando seu novo Banco de Textos online, que já pode ser acessado através do seguinte endereço: http://antropologiadeoutraforma.wordpress.com/ Neste banco nossos visitantes podem acessar todo o material bibliográfico que vem orientando os debates do GEAC desde o ano de 2012. Os textos contemplam mais de … Continuar a ler

Lançamento de livro no CES

“Etnografia e Intervenção Social por uma Praxis Reflexiva” de Pedro Gabriel Silva, Octávio Sacramento e José Portela 15 de Dezembro de 2011, 17h30, Sala 1, CES-Coimbra O livro conta com apresentação dePedro Hespanha (CES) e Bruno Sena Martins (CES). Trata-se de uma iniciativa da Editora Colibri, Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD) e do Centro de … Continuar a ler