El acontecimiento según Deleuze

El acontecimiento según Deleuze

Por Alain Badiou La idea del acontecimiento de Deleuze debería haberlo convencido de que tenía que seguir hasta el final a Spinoza, a quien elige como el “Cristo de la filosofia”, y llamar “Dios” al Acontecimiento único en el que se difractan los devenires. (…) esta religiosidad latente es demasiado sensible en los discípulos de … Continuar a ler

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Esta edição especial do zine A Tinta Critica traz reflexões sobre algumas das temáticas abordadas na última oficina virtual do GEAC, intitulada Marxismos com antropologias (baixar). O zine do GEAC circulou em formato impresso no Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología (Bogotá) e voltará a ser distribuído no dia 25 de outubro, durante o evento Devires … Continuar a ler

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

Por Andrés Abril Se o neoliberalismo é um sistema de bruxaria sem bruxos que tenta constantemente capturar as formas de sociabilidade e os encontros entre os seres, então trabalhos do talante de ¿Cómo salvar lo común del comunismo? se fazem mais necessários do que nunca para recapturar e arrebatar taticamente aqueles afetos e fios de … Continuar a ler

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Elementos para uma crítica do “novo materialismo”. Ou, mais além de Latour, de volta a Hegel.

Por Slavoj  Žižek (Tradução do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O que vibra na matéria vibrante é a sua força vital imanente, ou alma (no preciso sentido aristotélico: princípio ativo imanente da matéria), não a subjetividade. O novo materialismo rechaça, portanto, a divisão radical entre matéria e vida e entre vida e pensamento; em todos … Continuar a ler

GEAC 2017: Antropologia, acontecimento, possíveis, hipótese comunista, teoria social

GEAC 2017: Antropologia, acontecimento, possíveis, hipótese comunista, teoria social

O Grupo de Estudos em Antropologia Crítica já está preparando sua agenda de atividades para 2017, ano em que se festeja o centenário da Revolução de Outubro. Uma oficina virtual do GEAC e um conjunto de textos especiais estão sendo organizados para os próximos meses. Em Outubro de 2017 nos encontraremos em Porto Alegre para discutir … Continuar a ler

Deleuze, Guattari e Marx

Deleuze, Guattari e Marx

Entrevista com Isabelle Garo e Anne Sauvagnargues (Publicada originalmente em Actuel Marx. Tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) O inconsciente não delira sobre a família, mas sobre todo o campo social: ele é fábrica, não teatro. Marx é o operador teórico da esquizoanálise (…) Se Deleuze e Guattari se apoiam no marxismo é para tomar um impulso … Continuar a ler

Violencia(s) de la igualdad, violencia(s) de la diferencia: herencias del postestructuralismo y el marxismo crítico para una política radical

Violencia(s) de la igualdad, violencia(s) de la diferencia: herencias del postestructuralismo y el marxismo crítico para una política radical

Por Oriana Seccia Originalmente publicado em Herramienta La herencia anarquista del posestructuralismo ha orientado sus análisis de manera extremadamente fecunda hacia la estructura de la dominación, focalizándose en el poder; restaría hoy, con sus aportes, integrar ese análisis en una tradición marxista, es decir, aquella tradición donde la explotación derivada de las relaciones de producción … Continuar a ler

Gilles Deleuze e Félix Guattari leitores de Marx: a inspiração marxista do conceito de desejo desenvolvido no Anti-Édipo

Gilles Deleuze e Félix Guattari leitores de Marx: a inspiração marxista do conceito de desejo desenvolvido no Anti-Édipo

Por Guillaume Mejat (tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica) Ao reencontrar o ser objetivo e ao reestabelecer o processo de produção que define o verdadeiro desejo – o desejo “saudável”, poderíamos dizer – nós reencontramos um sujeito fluido, que pode passar de uma atividade à outra. Um sujeito do qual Marx nos fala seguidamente sob a … Continuar a ler

Mais além do interpretativismo, de volta à Noite dos Proletários

Mais além do interpretativismo, de volta à Noite dos Proletários

Trata-se de uma obra relevante para questionar propositivamente os marcos analíticos e as orientações políticas que ainda orientam uma parte significativa dos estudos recentes em ciências humanas. Neste sentido, a Noite dos Proletários oferece um estilo de análise que preserva a dinamicidade dos processos de enunciação, evitando a tentação de fixa-los como inscrições de uma cultura … Continuar a ler