Algo más sobre la Militancia de Investigación. Notas al pié sobre procedimientos e (in)decisiones.

Algo más sobre la Militancia de Investigación. Notas al pié sobre procedimientos e (in)decisiones.

Por Colectivo Situaciones Publicado originalmente en Nociones Comunes, experiencias y ensayos entre investigación y militancia. ¿Qué quería decir, en términos prácticos, desde entonces y para nosotros, Militancia de Investigación? Que la política abandonaba al poder como imagen en la cual reconocerse y hallaba en el pensamiento un interlocutor más potente. Y que nuestro modo de … Continuar a ler

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Edição especial da Tinta Crítica – Marxismos com antropologias

Esta edição especial do zine A Tinta Critica traz reflexões sobre algumas das temáticas abordadas na última oficina virtual do GEAC, intitulada Marxismos com antropologias (baixar). O zine do GEAC circulou em formato impresso no Congreso de la Asociación Latinoamericana de Antropología (Bogotá) e voltará a ser distribuído no dia 25 de outubro, durante o evento Devires … Continuar a ler

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

O comum sensível: apostas por uma política dos afetos

Por Andrés Abril Se o neoliberalismo é um sistema de bruxaria sem bruxos que tenta constantemente capturar as formas de sociabilidade e os encontros entre os seres, então trabalhos do talante de ¿Cómo salvar lo común del comunismo? se fazem mais necessários do que nunca para recapturar e arrebatar taticamente aqueles afetos e fios de … Continuar a ler

No hay que volver a la normalidad. Breve respuesta a los “intelectuales de izquierda” sobre la situación en Venezuela.

No hay que volver a la normalidad. Breve respuesta a los “intelectuales de izquierda” sobre la situación en Venezuela.

Por Grupo de Estudios en Antropología Crítica (GEAC) Versión en castellano seguida de la versión en portugués Muy lejos de las esperanzas y proyectos cultivados por los distintos colectivos que hoy en día se sienten identificados con el gobierno bolivariano – y  muy cerca del vocabulario propagado por los medios de comunicación hegemónicos –, el … Continuar a ler

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

“Rememorar Outubro, pensar mais além da ‘agência'” e “Uma martelada na cabeça”

As situações narradas por Luis Brunetto em “Uma martelada na cabeça” (Un martillazo en la cabeza) não podem mais do que soar extemporâneas, e até mesmo incríveis, aos ouvidos de uma ciência social conformada com abordar as assimetrias de poder e as desigualdades do seu tempo sob o prisma daquilo que poderíamos denominar, muito genericamente, … Continuar a ler

Indisciplinar a universidade, exercer a rebelião – Roda de Conversa com o GEAC

Indisciplinar a universidade, exercer a rebelião – Roda de Conversa com o GEAC

O que sustenta a fronteira disciplinar? Como o extrativismo cognitivo pacifica a nós mesmos e aos outros? A ética ativista pode interromper o ethos liberal da academia? Protagonismo estudantil e devir revolucionário da Universidade. (O relato da roda de conversa já está disponível no blog do GEAC. Para lê-lo, clique aqui) * * * Quando … Continuar a ler

Realismo crítico, relações sociais e defesa do socialismo

Realismo crítico, relações sociais e defesa do socialismo

Por Roy Bhaskar (tradução: Grupo de Estudos em Antropologia Crítica – GEAC) A relação entre conhecimento social, ou teoria, e prática social (mais especificamente socialista) tomará a forma de uma espiral emancipatória na que um conhecimento mais profundo possibilite novas formas de prática, que conduzam, por sua vez, a uma maior compreensão e a novas … Continuar a ler

O que podemos fazer? O desafio de sermos novos acadêmicos em universidades neoliberais

O que podemos fazer? O desafio de sermos novos acadêmicos em universidades neoliberais

Por Coletivo de Escrita SIGJ2. Tradução: Paulo Muller A competição acadêmica está arraigada na construção de um certo “racionalismo” (seguidamente “economicista”) corporificado que adotamos ao longo de nossa socialização na academia. Tal competitividade não leva à colaboração ou à busca coletiva por conhecimento e práticas. O que queremos fazer aqui é algo positivo: queremos enfatizar … Continuar a ler

Violencia(s) de la igualdad, violencia(s) de la diferencia: herencias del postestructuralismo y el marxismo crítico para una política radical

Violencia(s) de la igualdad, violencia(s) de la diferencia: herencias del postestructuralismo y el marxismo crítico para una política radical

Por Oriana Seccia Originalmente publicado em Herramienta La herencia anarquista del posestructuralismo ha orientado sus análisis de manera extremadamente fecunda hacia la estructura de la dominación, focalizándose en el poder; restaría hoy, con sus aportes, integrar ese análisis en una tradición marxista, es decir, aquella tradición donde la explotación derivada de las relaciones de producción … Continuar a ler

Politizar o “não lugar”: os estudantes e a descolonização da RAM

Politizar o “não lugar”: os estudantes e a descolonização da RAM

Por Juliana Mesomo Que a sensação de estar “fora do lugar” seja nosso ponto de partida para a construção de novos espaços de produção do conhecimento, mais democráticos e plurais; mais contra-hegemônicos e combativos. Não se trata de encontrar um “lugar” próprio para os estudantes, conservando intacta a hierarquia, mas de questionar a atual atribuição … Continuar a ler