Rede/Red Crítica

REDE DE ANTROPOLOGIA CRÍTICA (RAC)

RED DE ANTROPOLOGÍA CRÍTICA (RAC)

Esta página bilíngue do blog está destinada, especificamente, a divulgação de informações sobre o funcionamento da Rede de Antropologia Crítica e sua proposta de atuação.

Esta página bilíngüe de nuestro blog está destinada, específicamente, a la divulgación de informaciones sobre el funcionamiento de la Red de Antropología Crítica y su propuesta de actuación.

Origem e proposta da RAC / Origen y propuesta de la RAC

No intuito de ampliar, aprofundar e fazer frutificar o debate promovido pelo GEAC, estamos trabalhando na consolidação de uma rede transintitucional de antropologia crítica. Os sujeitos conectados no marco deste espaço de intercâmbio promoverão, de forma colaborativa, as mais diversas atividades apontando do sentido de um diálogo-ação não apenas vinculado aos interesses acadêmicos, mas também às demandas surgidas em outros âmbitos da sociedade. Pensamos em oficinas, seminários, publicações conjuntas e debates ampliados.

Con el objetivo de ampliar, profundizar y hacer fructificar el debate promovido por el GEAC, estamos trabajando en la consolidación de una red transinstitucional de antropología crítica. Los sujetos conectados en el marco de este espacio de intercambio organizarán, en forma colaborativa, distintas actividades orientadas a un diálogo-acción que no esté solamente vinculado con los intereses académicos, sino también con las demandas procedentes de otros ámbitos de la sociedad. Pensamos en talleres, seminarios, publicaciones conjuntas y debates ampliados.

– Acesse a página da Rede de Antropologia Crítica no Facebook para estar em contato com os membros da rede e com as pessoas que estão acompanhando nossas atividades mesmo sem exercer uma participação orgânica no coletivo: http://www.facebook.com/groups/174440622654760/

– Acceda a la página de la Red de Antropología Crítica en Facebook para estar en contacto con los miembros de la red y con las personas que siguen nuestras actividades aún sin desempeñar una participación más orgánica en el colectivo: http://www.facebook.com/groups/174440622654760/ 

Modelo de organização atual da RAC / Actual modelo de organización de la RAC

Estamos em um momento de emergência da RAC como espaço de intercâmbio permanente entre antropólogos, cientistas sociais e ativistas políticos interessados na crítica aos estandartes atuais de produção de conhecimento e na formulação de práticas alternativas orientadas ao engendramento de diálogos emancipatórios. O atual período é, portanto, de aprimoramento das nossas ferramentas de interconexão. O pricipal instrumento de diálogo e interação entre todos os pontos da Rede é o Google Groups da RAC, mencionado no tópico anterior. De qualquer forma, projetamos, para o ano de 2012 e ativação de outros suportes de comunicação, como videoconferências e possibilidade de participação virtual nos encontros dos Grupos de Estudo vinculados à RAC. Além disso, há propostas concretas de realização de eventos e publicações conjuntas.

Nos encontramos en un momento de emergencia de la RAC como espacio de intercambio permanente entre antropólogos, científicos sociales y activistas políticos interesados en la crítica a los estándares actuales de producción de conocimiento y en la formulación de prácticas alternativas orientadas al engendramiento de diálogos emancipadores. El actual periodo es, por lo tanto, de perfeccionamiento de nuestras herramientas de interconexión. El principal instrumento de diálogo e interacción entre todos los puntos de la Red es el Google Groups de la RAC, mencionado en el apartado anterior. Asimismo planeamos la puesta en marcha, a partir de 2012, de otros soportes de comunicación como videoconferencias y habilitación de la participación a distancia en las reuniones de los Grupos de Estudios vinculados a la RAC. Además, existen propuestas concretas en el sentido de realizar eventos internacionales y publicaciones conjuntas.

Como participar da RAC? / ¿Cómo participar en la RAC?

A RAC é um espaço plural e aberto. Nele se organizam grupos de investigadores e estudantes previamente formados e indivíduos interessados em conhecer e contribuir com esta iniciativa de debate, intercâmbio e cooperação. Para propor sua vinculação à RAC, escreva para antropologiacritica@gmail.com comentando um pouco sobre seus interesses acadêmicos e eventual ativismo político.

La RAC es un espacio plural y abierto. En él se organizan grupos previamente constituidos de investigadores y estudiantes e individuos interesados en conocer esta iniciativa de debate, intercambio y cooperación. Para proponer su vinculación a la RAC, envie un mail antropologiacritica@gmail.com comentando sobre sus intereses académicos y eventuales activismos políticos.

Quem integra a RAC / Quienes integran la RAC

Abaixo listamos, em ordem alfabética, os nomes, vínculos institucionais e áreas de atuação dos membros da Rede Antropologia Crítica. Esta sessão encontra-se em atualização permanente.

Presentamos a continuación, en orden alfabético, los nombres, vínculos institucionales y areas de actuación de los miembros de la Red de Antropología Crítica. Esta sesión está en actualización permanente.


 Alex Martins Moraes: Graduado em Ciências Sociais  pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou como pesquisador do Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi), onde desenvolveu estudos na área de migrações contemporâneas com foco no debate sobre tecnologias de governo das populações e construção social da diferença. Atualmente é bolsista de doutorado do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET – Argentina) e estudante do Instituto de Altos Estudios Sociales (IDAES). Segue interessado no debate sobre migrações e vem problematizando, também, questões relacionadas a movimentos sociais no campo e projetos governamentais de desenvolvimento. É membro fundador do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. Correio eletrônico: alexmartinsmoraes@gmail.com

 Andrés Abril: Antropólogo de la Pontificia Universidad Javeriana de Bogotá (2011). Ha explorado temáticas como la producción de la diferencia, las políticas de la lengua y la (in)migración en Estados Unidos. Su investigación se ha centrado en la relación entre lengua y poder (la lengua como hecho político), analizando principalmente la forma en que algunos sectores de las élites políticas estadounidenses buscan producir y administrar la diferencia a través de construcciones discursivas sobre la lengua. En ese sentido, Andrés se ha interesado por los procesos a través de los cuales un conjunto de códigos lingüísticos es estabilizado, estandarizado y definido como una “lengua” –o un “dialecto”– en medio de relaciones de poder particulares. Actualmente reside en Estados Unidos y se encuentra próximo a comenzar la Maestría en Antropología Social y Cultural en Concordia University (Montreal, Canadá). Correio eletrônico: andresabrilg@gmail.com

caio_coelho Caio Coelho: Cursa Mestrado Acadêmico em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS UFRGS). É graduado em Licenciatura Plena – História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Tem experiência na área de História Cultural, atuando principalmente nos seguintes temas: imagem, cultura contemporânea e imaginário. Atualmente, tem se dedicado ao estudo das sociabilidades e práticas criadas por jovens participantes do Movimento Escoteiro no Rio Grande do Sul.

Ainda euCarolina Nunes dos Santos: graduanda em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É bolsista de Iniciação Científica no projeto de pesquisa do projeto “A produção e uso de novos conhecimentos científicos nas tecnologias do governo”, vinculada ao Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi) e integrante do coletivo Ovelhas Negras, que pauta os temas do gênero e sexualidade a partir do espaço acadêmico. Participou como bolsista de 2010 a 2012 nos grupos G8-Generalizando: direitos da mulher e de gênero (Serviço de Assessoria Jurídica Universitária – UFRGS) e PET (Programa de Educação Tutorial) Ciências Sociais. Fez intercâmbio na Universidade de Lund (Suécia) em 2009 através do programa Erasmus Mundus Euro-brazilian Window e no IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em 2011 pelo Programa de Incentivo às Novas Gerações (PROING). Atualmente trabalha com os temas gênero e direitos, em uma análise de trajetórias profissionais de operadorxs do direito feministas. Correio eletrônico: krol89poe@gmail.com

Celeste Hernández: é Antropóloga, formada pela Universidade Nacional de La Plata (Argentina). Desenvolve estudos de doutorado em Antropologia Social no IDAES-UNSAM, Buenos Aires. Atualmente, problematiza temas vinculados a juventude, cidades, bairros populares. É membra fundadora do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. Correio eletrônico: mcelestehernandez@gmail.com

crizco Cristhiano Kolinski: É graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Desenvole estudos na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia da Música e Etnomusicologia, onde aborda processos de ensino/aprendizagem aplicados a prática musical da improvição e performance. Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É membro fundador do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. Correio eletrônico: criskolinski@yahoo.com.br

Daniel Angel Burgueno Etcheverry: É docente da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), doutor e mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e bacharel em Ciências Sociais também pela UFRGS. É membro pesquisador do Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi) da UFRGS desde 2005 e foi é membro do Grupo de Apoio a Refugiados e Imigrantes da Faculdade de Direito da UFRGS. Pesquisa principalmente o tema das migrações contemporâneas também desde 2005. Pesquisou também temas relativos à etnicidade, DST/HIV/Aids, movimentos sociais e religião. Fez doutorado sanduíche em Madri, junto à Universidad Complutense. Fez pesquisa de campo sobre migraçoes e movimentos sociais em Buenos Airs, Madri e Porto alegre, e participou em congresos e seminários em varias cidades da América do sul e Europa. Trabalhou como tradutor e professor de inglês e espanhol em várias escolas em capitais da América do Sul e em Eau Claire (Estados Unidos). É natural da República Oriental do Uruguai e cidadao brasileiro por naturalização desde setembro de 2010. Correio eletrônico: danieletcheverry1@gmail.com

 Juliana Feronatto Mesomo: É graduada em Pedagogia-Licenciatura pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência com docência na Educação Básica e com a pesquisa em Educação, com ênfase nos Estudos Culturais em Educação. É membra fundadora do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. Correio eletrônico: julianafmesomo@gmail.com

 Marcela Velásquez Cuartas: Socióloga da Universidad del Valle (Colômbia) e ingressante (2012) no Mestrado em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 2008 iniciou sua investigação sobre o papel das mulheres na música do Pacífico Colombiano. Defendeu sua monografia na Facultad de Ciencias Sociales y Económicas da Universidad del Valle em março de 2010. Foi beneficiária do programa Colciencias (Departamento Administrativo de Ciencia, Tecnología e Innovación) “Jóvenes Investigadores ‘Virginia Gutiérrez de Pineda’” para o período 2011-2012. Contou com o apoio institucional da Universidad del Valle. Sua pesquisa enfoca a integração da etnomusicologia com os estudos de gênero, onde pretende evidenciar outras problemáticas das práticas musicais das comunidades afrocolombianas. Fará parte do grupo de autores que integram o livro “Mujeres, Música y Género en Colombia”, editado pela Universidad Javeriana de Bogotá (Colômbia), com publicação prevista para abril de 2012. Foi colaboradora na Asociación para las Investigaciones Culturales del Chocó (ASINCH), que se dedica a investigação, divulgação e promoção das manifestações culturais do Pacífico Colombiano. Colaborou no grupo de estudos “Música, Cuerpo y Ciudad” da Universidad ICESI de Cali. Atualmente, trabalha no projeto “Músicas Prehispánicas en Colombia”, da Universidad Autónoma de Occidente, vinculado ao programa ACHALAI que integra músicos, investigadores e acadêmicos da América Latina pela recuperação do patrimônio musical da região. Correio eletrônico: march0510@gmail.com

Milena Annecchiarico: Licenciada en Ciencias Humanas del Ambiente (Universidad de Milán, Italia) y Magíster en Antropología Cultural y Etnología (Universidad de Turín, Italia). Actualmente cursa el Doctorado en Antropología, Instituto de Ciencias Antropológicas, Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires, con beca doctoral de CONICET – Argentina (Consejo Nacional de Investigación Científica y Técnica). Se especializa en estudios interconectados sobre las reactivaciones de las memorias y de las prácticas políticas y culturales afro en los contextos cubano y argentino, con atención a las problemáticas en relación a cultura, poder y nación. Participó en grupos internacionales de investigación (Beca Alba Cultural 2010-2011); es investigadora en el proyecto UBACYT de la Universidad de Buenos Aires, “Producción cultural y políticas patrimoniales. Activaciones  de la memoria  y la tradición” (Directora: Alicia Martín). Es miembro de Casa de África de la Oficina del Historiador de la Ciudad de La Habana, Cuba; es socio fundador de la Asociación Cultural de Antropólog@s “Antropocosmos”, con sede en Italia (Turín). Correo electrónico: milargenta@gmail.com

  Monica Contreras: Antropóloga de la Universidad Nacional de Colombia. En la actualidad desarrolla una investigación sobre sexualidad, racismo y educación sexual con jóvenes en general, y con jóvenes afrocolombianos en particular. A su vez, en el campo de la antropología histórica, ha investigado sobre industrias culturales y discursos de construcción nacional en clase, género y raza. De igual manera, tiene experiencia en procesos de recuperación de memoria y resolución de conflictos con jóvenes a partir de educación popular en derechos humanos y prácticas artísticas; y se he interesado en el fomento y organización de procesos de comunicación comunitaria y alternativa como espacios autónomos de construcción de ciudadanía por parte de sectores populares, marginados y marginales. monicalcontreras@gmail.com

Nina Buettner: É assistente social. Estuda Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Problematiza questões vinculadas aos procedimentos atuais relativos à concessão de refúgio.  É membra fundadora do Grupo de Estudos em Antropologia Crítica. (Descrição em elaboração) Correio eletrônico: buettner_nina@yahoo.de

  Pedro Freire Botelho: Licenciado em História pela UESB – Bahia. Possui especialização em Antropologia. É mestrando do programa multidisciplinar em Cultura e Memória UNEB. Interesses de pesquisa: tradição religiosa Afro-brasileira com ênfase em Religião e Memória.  No momento, encontra-se elaborando um projeto para realização de doutorado em antropologia enfocado para Antropologia e Religião. Correio eletrônico: botelhofreire@yahoo.com.br

 Pilar Uriarte Balsamo: Possui graduação em Ciências Antropológicas – Universidad de La Republica (2001), mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005) e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Atualmente é pesquisadora – Universidad de La Republica – , professora titular do Centro de Investigación y Experimentación Pedagógica e pesquisadora associada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Antropologia e Direitos Humanos, com ênfase em Migrações Internacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: Trasnacionalismo, Diáspora negra, Família e parentesco, Gênero, Políticas pública, Estatuto da Criança e do Adolescente e Acolhimento familiar. Correio eletrônico: pilar.uriarte@gmail.com

Rosario Castelli é formada em Antropologia na Universidad de Buenos Aires (UBA) e professora em escolas secundárias. Atualmente, dedica-se à investigação no campo das sexualidades e dos estudos feministas. Faz parte do grupo de pesquisas Antropología y Sexualidades e das agrupações Grupo Latinoamericano de Estudio, Formación y Acción Feminista (GLEFAS) e Feministas Ch’ixi. Tem experiência no estudo de questões relativas à família e interação com sexualidades não heterossexuais. Possui interesse nas seguintes temáticas: colonialidade, feminismos latinoamericanos, rupturas epistemológicas. Correio eletrônico: rosicastelli@gmail.com
Thomaz Oliveira da Silva NovaesGraduando em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desenvolve pesquisa em Antropologia da Ciência, Antropologia da Propriedade Intelectual e Estudos Antárticos. Tem também experiência em Etnologia Indígena, enquanto estagiário em Antropologia no Ministério Público Federal, atuando junto a minorias étnicas. Áreas de interesse: Antártica, Propriedade Intelectual, Ciência, Antropologia dos usos políticos da tecnologia. Correio eletrônico: thomaznovaes@yahoo.com.br


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5 thoughts on “Rede/Red Crítica

  1. Me interesa muchisimo la propuesta. Soy profesora en la UBA y en verano dicto un seminario sobre ciudadanía y otredades, por lo cual el trabajo que ustedes desarrollan se cruza con algunos de los temas abordados en este curso.
    agradezco la posibilidad de acceso a tan interesantes materiales.
    saludos,
    morita carrasco

    • Hola Morita,

      nos interesa mucho conocer tu propuesta de abordaje teórico en el seminario. De hecho, la problematización de temas como ciudadanía y otredades es central en el contexto del GEAC y la RAC. Estaría bueno avanzar en nuestra interlocución e intercambiar textos, informaciones e ideas. Te invitamos a sumarte a nuestro grupo yahoo para conocer más sobre las actividades que estamos proponiendo. Nos pasas tu mail y te agregamos al grupo si es de tu interés: antropologiacritica@gmail.com

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