GEAC agora/ahora

Página bilíngue – Português/Castellano

— PORTUGUÊS —

Desde 2014 o GEAC deixou de realizar reuniões presenciais, mas suas redes continuam ativas e dinamizam intercâmbios permanentes. Nos últimos tempos, os membros do Grupo, tanto em Porto Alegre como em Buenos Aires, estão explorando os resultados das “cartografias da dissidência” que orientaram o debate e as ações do coletivo a partir de 2013. Através do exercício de buscar conexões com sujeitos interessados em praticar novas modalidades de construção do conhecimento, indóceis ao disciplinarismo, às restrições produtivistas e ao engessamento institucional da universidade corporativa, xs membrxs do GEAC de Porto Alegre também passaram a integrar um coletivo mais abrangente de estudantes e pesquisadores que busca consolidar o Instituto de Experimentação e Pesquisa Social – Outras Margens (visite a página do Instituto). As cartografias da dissidência também deram origem a uma publicação coletiva intitulada Pensamento Descolonial e Práticas Acadêmicas Dissidentes, que pode ser lida AQUI. A tendência para o período atual é que o Grupo de Estudos em Antropologia Crítica continue difundindo de maneira permanente, através deste blog, um conjunto de debates e intervenções que dialogam e dão continuidade ao seu programa político-reflexivo inicial.

Para entrar em contato conosco e/ou sugerir materiais para publicação no blog, escreva para o seguinte endereço de correio eletrônico: antropologiacritica@gmail.com

O que foram — e vem sendo — as cartografias da dissidência?

O GEAC dedicou suas atividades de debate durante o ano de 2013 à temática “Antropologias Dissidentes”. Com a noção de antropologias dissidentes quisemos empreender uma busca (no passado e no presente) daquelas práticas antropológicas e de investigação social que causam um estranhamento radical do espaço disciplinar pelas suas proposições. As dissidências são “resistências ou desobediências situadas à ortodoxia” e  se associam com questionamentos da ordem social e normativa, que muitas vezes são minimizadas ou excluídas na memória canônica disciplinar. A noção de antropologias dissidentes direciona o olhar para as antropologias que costumam estar à margem, contra e apesar das práticas de instauração disciplinarizantes dos diferentes estabelecimentos antropológicos. Pensar a partir de tais práticas nos ajuda a compreender as características e efeitos das relações de poder nas diferentes antropologias e pensar formas de um fazer antropológico plural – “antropologias” –, arraigado em contextos específicos, engajado com as dinâmicas emancipatórias do seu tempo e autoconsciente  do lugar de enunciação que ocupa.

— CASTELLANO —

Desde el año 2014 el GEAC dejó de hacer las reuniones presenciales que lo habían caracterizado en sus primeros años de existencia. Sin embargo, las redes de intercambio político y teórico que se organizan en torno a la propuesta de reflexión planteada por el GEAC están vigentes e siguen ampliándose y actualizándose. En los últimos tiempos los miembros del Grupo, tanto en Porto Alegre como en Buenos Aires están explorando los resultados de las “cartografías de la disidencia” que orientaron el debate y las acciones de nuestro colectivo a partir del 2013. Para seguir buscando conexiones con sujetos interesados en nuevas modalidades de construcción del conocimiento — ubicadas más allá de disciplinarismo, las restricciones productivistas, el elitismo y el encierro de la universidad corporativa — los miembros del GEAC de Porto Alegre ingresaron a un colectivo más abarcador que actualmente busca consolidar el Instituto de Investigación y Experimentación Social “Otros Márgenes” (acceder al sitio del Instituto). Las cartografías de la disidencia también originaron una publicación colectiva intitulada Pensamiento Decolonial y Prácticas Académicas Disidentes, que puede leerse AQUI. La tendencia para el período actual es que el Grupo siga difundiendo en forma permanente, a través de este blog, un conjunto de debates e intervenciones que dialogan y dan continuidad a su programa político-reflexivo inicial.

Para entrar en contacto con nosotros y/o proponer materiales para publicación en el blog, escribinos al correo antropologiacritica@gmail.com

¿Qué fueron/son las cartografias de la disidencia?

En el año 2013, el GEAC dedicó sus actividades de debate al tema: “antropologías disidentes”. Con la  noción de antropologías disidentes el GEAC pretendió emprender una búsqueda, tanto en el pasado como en el presente, de aquellas prácticas antropológicas que causan un extrañamiento radical del espacio disciplinar debido a sus propuestas. Las disidencias son, de esta manera, “resistencias o desobediencias situadas a la ortodoxia” y se asocian  con cuestionamientos al orden social y la normativa, hecho por el cual se ven relegadas, excluidas y olvidadas por la memoria canónica disciplinar. La noción de antropologías disidentes direcciona la mirada para prácticas antropológicas que han sido puesta en los márgenes, colocándose contra y a pesar  de las prácticas de instauración disciplinarizantes de los diferentes establecimientos antropológicos.  Pensar a partir de tales prácticas ayuda a comprender las características y los efectos de las relaciones  de poder en/entre las diferentes antropologías, lo que nos permite pensar sobre las formas y posibilidades de una antropología en plural — antropologías –, profundamente arraigada en contextos específicos y autoconciente de su lugar de enunciación.

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5 thoughts on “GEAC agora/ahora

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  2. Pingback: Convite: Reunião organizativa das atividades do GEAC em 2012/2 — Invitación: reunión organizativa de las actividades del GEAC 2012/2 |

  3. Pingback: Realizada primeira reunião do GEAC em 2012 |

    • Oi Gabi,

      o banco de textos foi bloqueado pelo servidor em decorrência da obsessão em torno das questões de “propriedade intelectual”. Por enquanto dispomos apenas dos textos que orientaram o debate do Grupo no primeiro semestre de 2012. Em breve encontraremos uma forma de reativar o banco de textos. Se estás em busca de alguma bibliografia específica, talvez possamos ajudar.

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